Paralisação nas transportadoras dos Correios expõe crise por falta de pagamento

 

 

A noite de segunda-feira (31) foi marcada pelo anúncio de uma paralisação total nas transportadoras terceirizadas que prestam serviços aos Correios. As empresas, responsáveis por grande parte da logística de cargas e entregas em todo o território nacional, afirmam que não receberam os pagamentos referentes ao mês de janeiro de 2025.

De acordo com as transportadoras, a dívida acumulada já chega a 90 dias, comprometendo o cumprimento de contratos e tornando “impossível” manter a operação dos serviços de transporte. A paralisação, portanto, pode afetar significativamente o sistema de entregas e a distribuição de encomendas em diversos estados.

 


Crise financeira agrava operação e Correios alegam pagamentos graduais

 

As transportadoras também relataram dificuldades operacionais provocadas pela falta de recursos, já que não conseguem arcar com despesas básicas, como combustível, salários, manutenção de veículos e encargos trabalhistas. Para justificar a suspensão dos serviços, as empresas citam a Lei 14.133/2021, que rege os contratos administrativos.

Em resposta, os Correios divulgaram uma nota oficial afirmando que enfrentam falhas técnicas em seu sistema de pagamento, mas que os repasses aos fornecedores estão sendo realizados de forma gradual.

A empresa também reforçou que está empenhada em resolver o problema o mais rápido possível e destacou que o serviço de entregas segue operando, por ora, sem interrupções.


 

Movimento de entregadores de app reforça insatisfação no setor

Enquanto isso, entregadores de aplicativos de delivery também protestaram nesta segunda-feira (31), com manifestações previstas até esta terça-feira (1º de abril). O movimento, batizado de “Breque dos APPs”, cobra melhorias nas condições de trabalho e mudanças na remuneração. Entre as reivindicações estão o pagamento mínimo por entrega, valor fixo por quilômetro rodado e fim do agrupamento de pedidos sem compensação financeira.

Os manifestantes denunciam a precarização da profissão e a ausência de direitos trabalhistas, comparando sua rotina à dos trabalhadores formais que enfrentam jornadas extensas. Com faixas, cartazes e carros de som, muitos chamaram a relação com as plataformas de “escravidão moderna”, como forma de denunciar a exploração.

Diante desse cenário, a mobilização no setor logístico — tanto nas transportadoras dos Correios quanto entre os entregadores de aplicativo — expõe um sistema fragilizado por atrasos, baixos repasses, falta de regulação adequada e alta demanda operacional.

 

 

 

 

Fonte: capitalist

 

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